Escrito por Matheus Ponciano
Iniciante:
Devido à esfera estar parcialmente mergulhada em água, as pressões resultaram em uma força denominada empuxo.
A partir do teorema de Arquimedes, temos que:


Substituindo:



Intermediário:
A massa
gerará um campo gravitacional em todo o espaço, o objetivo dessa questão é calcular o fluxo dessa questão em torno de várias placas em diferentes situações.
a) O campo gravitacional gerado por uma partícula de massa
em um ponto do espaço é dado por:

Onde
é a distância desse ponto até a partícula e seu valor é negativo pois aponta do ponto para a partícula.
Pela definição de Fluxo, temos que:

Onde
é o vetor área que é perpendicular à área por onde passa o vetor
.
Para calcular este fluxo, vamos buscar uma forma espacial que ao longo de toda sua superfície o módulo do campo gravitacional é constante. Para isto, já que
possui uma dependência apenas no caráter radial para uma mesma massa, qualquer ponto deste formato deve estar equidistante da massa. Logo, obtém-se que esse formato é o de uma esfera, com a massa
no seu centro.
O fluxo então total gerado por essa partícula nesta superfície é:


Com isso, para calcular o fluxo gerado por essa partícula na placa, basta imaginar que esta placa é uma das faces de um cubo de mesmo lado
, que está inscrito numa esfera centrada na massa
.
Pela simetria cúbica, o fluxo que passa por cada uma das faces do cubo é o mesmo, e somando todos estes fluxos deve-se obter o valor do fluxo pela esfera, logo:





b) Neste caso, para se obter uma simetria de um cubo inscrito na esfera, deve-se fazer um cubo de lado
, onde a placa corresponde à
de uma das faces do cubo. Novamente, o fluxo que passa por cada uma das faces do cubo é o mesmo, e somando-os deve dar igual ao que se passa na esfera. Mas também se tem que o fluxo que passa na placa é
do fluxo que passa pela face, pois pode se obter esta face ao juntar 4 destas placas, logo:






Note que esse é o fluxo para placas opostas à carga e, para placas que estejam no mesmo plano que a carga, o fluxo será zero, pois o campo gravitacional será sempre perpendicular ao vetor área, logo:



Avançado:
O fóton colidirá com o elétron e, devido à isso, terá sua quantidade de movimento modificada. Sendo a quantidade de movimento relacionada com o comprimento de onda pela relação de De Broglie.
Definindo o sistema de coordenadas onde os eixos X e Y correspondem à linha da trajetória do fóton antes da colisão e à perpendicular dessa trajetória, respectivamente.
O fóton que antes apresentava frequência
e momento
colide com o elétron, passa a ter uma frequência
e momento
, sendo desviado de um ângulo
em relação ao eixo X. O elétron com massa de repouso
recebe então um momento
.
Conservando-se a Quantidade de Momento:

Conservando a Energia do sistema:

Com essas equações, temos que:



Como
e
:

Desenvolvendo a equação da energia:
![hf + mc^{2} = hf^{'} + [(P_{e}.c)^{2} + (mc^{2})^{2}]^1/2](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_5ffb8c537b53231b92bfb1f245ccbd57.gif?ssl=1)
![h(f-f^{'} ) + mc^{2} = [(P_{e}.c)^{2} + (mc^{2})^{2}]^1/2](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_e43bdbf04f5e70014e62c158498b6175.gif?ssl=1)
![[h(f-f^{'} ) + mc^{2}]^{2} = [(P_{e}.c)^{2} + (mc^{2})^{2}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_c7926bd7f7a15e0f04be8756b0b19e87.gif?ssl=1)

Substituindo
:



![f^{'} [hf(1 - cos(\theta)) - mc^{2}] = fmc^{2}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_b45161dfb2178df18c50ae9b215a535f.gif?ssl=1)
Substituindo
e
:





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