Iniciante
Nesse momento a gotinha terá uma velocidade
R apontada na direção da velocidade do ponto que saiu. Precisamos apenas fazer uma composição de velocidades,chamaremos a velocidades horizontais e verticais da bolinha de
e
:


A partícula começara seu movimento em:


Pois o pé da circunferência nesse instante será denotado como o ponto zero:

Para a partícula chegar em seu alcance devemos fazer ela encostar no chão,logo devemos fazer seu
zerar (Todos os dados já estarão plotados na equação pra y):

![t=\frac{\omega R sen(\theta)}{g}(1 \pm \sqrt[2]{1+\frac{2gy_{o}}{\omega ^2 R^2 sen^2 (\theta)}})](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_37ea8593c21b06677938a1faf58d29a9.gif?ssl=1)
![x_{t}=x_{o}+v_{x}t=Rsen(\theta)+(v_{cm}+\omega R cos(\theta))\frac{\omega R sen(\theta)}{g}(1 \pm \sqrt[2]{1+\frac{2gy_{o}}{\omega ^2 R^2 sen^2 (\theta)}})](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_c1729328b5ae39eaf40506b73087a613.gif?ssl=1)
Devemos pegar o sinal de mais,não faz sentido
negativo se o pneu roda sem deslizar,pois assim,sua velocidade em x teria de ser negativa,e ela nunca é.
![x=Rsen(\theta)+\frac{\omega ^2 R^2 (1+cos(\theta))sen(\theta)}{g}(1 + \sqrt[2]{1+\frac{2g(1-cos(\theta))}{\omega ^2 R sen^2 (\theta) }})](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_8e18fc2682f84ed9a4ed6bc0fbe71883.gif?ssl=1)
Intermediário
Como em qualquer bom problemas de órbitas,precisaremos lidar apenas com o momento angular e a energia do sistema sendo conservados.
A energia é (Pegando o começo do trajeto em que não há energia potencial):

O momento angular é:

A energia cinética do asteróide é composta por uma parte angular e uma radial,pois:

Quando o asteróide parar de se aproximar do planeta (Sua velocidade radial é nula),ele deve começar a se afastar,logo vamos minimizar r impondo a condinção de que
é zero no correspondente instante

Assim,achamos (substituindo E e resolvendo pra r):
![r=\frac{GM}{v_{o} ^2 }(\sqrt[2]{1+\frac{v_{o}^4 b^2}{G^2 M^2}}-1)](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_896347aba3cdc731421689c2c7eec638.gif?ssl=1)
Se não há colisão:

Obs: Na nossa notação
,no final do problema podemos ajustar a resposta para obtermos uma dimensão correta,mas até lá não usaremos c’s
Simplesmente(Usaremos
para indicar o quadrimomento da partícula x):


E tirando o módulo dos dois lados:

O módulo quadrado de um quadrivetor de uma partícula é a massa da mesma,logo,nossa equação é equivalente a:

O produto escalar entre dois quadrivetores tem o mesmo valor em qualquer referencial,logo,por conveniência usaremos o referencial de repouso do nêutron do lado esquerdo (assim não precisamos ligar para a parte de momento do produto escalar,apenas para a de energia).E do lado direito precisamos ter o produto escalar entre o quadrimomento do próton e do elétron minimizado,isso ocorre quando um estiver em repouso no referencial do outro (estão com a mesma velocidade).Assim:

Essa é a energia máxima do elétron,medida no referencial de repouso do néutron,para achar a energia num referencial qualquer,podemos utilizar da transformada de lorentz:

![\gamma(v)=\frac{1}{\sqrt[2]{1-(\frac{v}{c})^2}}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_9420bff669a70a69825d1ed3e367cdb2.gif?ssl=1)
Sabemos pela relação de Einstein que:

Logo,sabendo a energia em um referencial,sabemos em todos,e assim nosso problema foi resolvido
Obs:
Sejam dois quadrivetores momento
e
,temos o produto escalar dos dois como sendo:

Mantendo
e
constantes,mantemos também
e
com módulos constantes (graças à relação de Einstein),assim temos o produto escalar deles dois como sendo:

Que é mínimo com
sendo máximo,ou seja:

Os dois vetores estão na mesma direção no caso de produto mínimo

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