Primeira fase (Nível 2)

Escrito por Akira Ito, Gabriel Hemétrio, Matheus Felipe R. Borges, Lucas Tavares e Rafael Moreno

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Problema 1

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Cinemática [/spoiler]

[spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]
Ao ser abandonada, a cápsula será acelerada pela gravidade lunar. Pela equação de Torricelli:
\[v^2 = v_0^2 + 2gh\]
logo:
\[v = \sqrt{ v_0^2 + 2gh} \]
substituindo os valores numéricos:
\[v = \sqrt{16,8} \approx 4,1 \; \rm{m/s} \]
[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item b)

[/spoiler]

Problema 2

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Hidrostática[/spoiler]

[spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]
Quando em equilíbrio estático, a força de empuxo e balanceada pela força peso. Tal que:
\[mg = \rho_A V g\]
em que \(\rho_A\) é a densidade da água e \(V\) é o volume do cubo. Seja \(V’\) o volume da cavidade esférica e \(\rho\) a densidade do plástico, temos que:
\[\rho(V-V’)g = \rho_A V g\]
ou seja:
\[\rho(V – V’) = \rho_A V \]
logo:
\[V’ = V\left(1 – \dfrac{\rho_A}{\rho} \right)\]
seja \(a\) o comprimento do cubo e \(r\) o raio da cavidade esférica, teremos:
\[\dfrac{4\pi r^3}{3} = a^3 \left(1 – \dfrac{\rho_A}{\rho} \right) \]
então:
\[r = a \left[\dfrac{3}{4 \pi}\left(1 – \dfrac{\rho_A}{\rho} \right) \right]^{1/3} \approx 2 \; \rm{cm} \]
[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item b)

[/spoiler]

Problema 3

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Gases ideias[/spoiler]

[spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Pela equação dos gases ideais:

$$PV = nRT$$

Para uma transformação a temperatura constante, temos:

$$V = \dfrac{nR}{P}T = KT$$

em que $$K$$ é uma constante.

Analisando a equação, podemos perceber que $$V(T)$$ forma uma reta e, para $$T = 0$$, $$V = 0$$. Com isso, analisando as opções dadas, o gráfico correspondente ao processo será o gráfico A

Resposta: item a)

[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item a)

[/spoiler]

Problema 4

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Cinemática

[/spoiler]

[spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

A aceleração de um corpo vai ser dado por $$a = \dfrac{\Delta v}{\Delta t}$$. Sendo assim, vamos calcular o módulo da aceleração do corpo nas 4 regiões do gráfico (veja figura abaixo).

Para a região I:

$$a_I = \dfrac{\Delta v}{\Delta t} = \dfrac{5-(-5)}{5} \; \rm{m/s^2} = 2 \; \rm{m/s^2}$$

Para a região II:

$$a_{II} = \dfrac{\Delta v}{\Delta t} = \dfrac{15-5}{2,5} \; \rm{m/s^2}$$

$$a_{II} = 4 \; \rm{m/s^2}$$

Para a região III:

$$a_{III} = \dfrac{\Delta v}{\Delta t} = 0$$

Para a região IV:

$$a_{IV} = \dfrac{\Delta v}{\Delta t} = \dfrac{-5 – 15}{2,5} \; \rm{m/s^2}$$

Em módulo:

$$a_{IV} = 8 \; \rm{m/s^2}$$

Com isso, podemos afirmar que a maior aceleração em módulo será $$a_{IV} = 8 \; \rm{m/s^2}$$.

Resposta: item d)

[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item d)

[/spoiler]

Problema 5

[spoiler title=’Assunto Abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Ondas/optica[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

A única grandeza que se mantêm constante é a frequência, pois é uma característica da fonte, ou seja, não varia com mudanças de meio. A velocidade da onda depende exclusivamente do meio que se encontrar, ou seja, muda.  Além disso, o comprimento de onda deve mudar para obedecer à relação:

$$v=\lambda f$$

Assim, a resposta é item c).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

item c)

[/spoiler]

Problema 6

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Dinâmica[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Quando a bola realiza uma colisão perfeitamente elástica e inverte o sentido de sua velocidade, há uma clara variação de momento linear. Tome muito cuidado pois, embora o módulo do vetor momento $$p=mv$$ permaneça inalterado, o seu sentido mudou, de forma que a variação é $$\Delta p=2mv$$.

A energia da bola pode ser encontrada com a expressão da energia cinética de um objeto $$E_k=\dfrac{1}{2}mv^2$$. Note que, como a velocidade é a mesma, a energia não muda, então não há troca de energia.

Portanto Item c).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item c)

[/spoiler]

Problema 7

[spoiler title=’Assunto Abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Trabalho[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

O trabalho de uma força pode ser escrito como

$$W=F_x\cdot\Delta x+F_y\cdot\Delta y$$

Ou seja, indo do ponto $$1$$ ao $$2$$ temos

$$\Delta x=1\,m$$          $$\Delta y=3\,m$$

Assim o trabalho realizado é

$$W=(2\cdot1+1\cdot3)\,J$$

$$\boxed{W=5\,J}$$

Assim, a resposta é item a).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

item a)

[/spoiler]

Problema 8

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Termodinâmica, gases[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

O diagrama PV abaixo representa os dois processos propostos no enunciado do problema. A linha tracejada representa uma região de temperatura constante igual a $$T$$.

Já perceba que, ao final do segundo processo, o volume (eixo horizontal) aumentou, então temos que $$V_2>V_1$$. Quanto ao calor trocado, podemos escrever a primeira lei da termodinâmica. Para o primeiro processo:

$$ Q=\Delta U +\tau $$

$$ Q_1 = (U_B-U_A) $$

Note que o trabalho $$\tau$$ é zero pois não há variação de volume. Para o segundo processo:

$$ Q_2 = (U_C-U_B) + \dfrac{P}{2}(V_2-V_1)$$

Como a temperatura do ponto A é igual a do ponto C, podemos afirmar que $$U_A=U_C$$, então temos a seguinte relação:

$$ Q_2 = (U_A-U_B) + \dfrac{P}{2}(V_2-V_1)$$

$$ Q_2 = -Q_1 + \dfrac{P}{2}(V_2-V_1)$$

Como o calor $$Q_1$$ é negativo e o trabalho do processo 2 é positivo, temos que $$|Q_2| > |Q_1|$$. Portanto Item d).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item d)

[/spoiler]

Problema 9

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Calorimetria[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Para resolver esse problema, basta usar a conservação de energia, ou seja, o calor doado por um corpo é igual ao calor recebido:

$$ Q_1+Q_2=0 $$

$$ m_1 c \Delta T_1 + m_2 c \Delta T_2=0 $$

$$ 5(T-10)+10(T-40)=0 $$

Resolvendo a equação, obtemos:

$$ \boxed{T=30^\circ C}$$

Portanto Item c).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item c)

[/spoiler]

Problema 10

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Dinâmica[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Para resolver esse problema, vamos primeiro definir o sentido vertical para baixo positivo. Dessa forma, podemos encontrar acelerações dos blocos com a segunda lei de Newton. Para o bloco da esquerda:

$$ m_1g-T=m_1a_1 $$

$$ 10-T=a_1 $$

Para o da direita:

$$ m_2g-T=m_2a_2 $$

$$ 20-T=2a_2 $$

Como o fio é inextensível, temos que as acelerações devem ser contrárias e iguais em módulo $$a_1=-a_2$$. Assim, resolvendo o sistema:

$$ \boxed{T=\dfrac{40}{3}N}$$

O dinamômetro é apenas um aparelho que mede a força aplicada em suas extremidades. Como ambos os aparelhos e os fios são ideais, eles medirão o mesmo valor de $$T$$. Portanto Item b).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item b)

[/spoiler]

Problema 11

[spoiler title=’Assunto Abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Cinemática[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Para estudar esse problema, é preciso lembrar dos conceitos de lançamento vertical e lançamento oblíquo. Primeiramente, já é importante deixar claro que a massa das bolinhas não importa para a cinemática, pois estamos desconsiderando a resistência do ar. Assim, para a bolinha A, temos a seguinte equação para a posição vertical em função do tempo:

$$ S = S_0 + V_0t + \dfrac{1}{2}at^2 $$

$$ h_A= 5t-5t^2 $$

Note que usamos $$V_0=5\,m/s $$ e $$g=10\,m/s^2$$. Para a bolinha B, não podemos simplesmente usar a velocidade com a qual ela foi arremessada, pois é preciso considerar o ângulo de laçamento. A velocidade vertical pode ser encontrada com a expressão:

$$ V_y=V_0\cdot \sin{\theta} $$

No nosso caso, $$\theta=30^\circ $$ e $$ \sin\theta=0,5 $$. Aplicando a mesma equação horária:

$$ S = S_0 + V_0t + \dfrac{1}{2}at^2 $$

$$ h_B= 5t-5t^2 $$

Note como as velocidades verticais no início são idênticas, logo, as bolinhas atingirão o solo ao mesmo tempo. Portanto Item c.

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item c)

[/spoiler]

Problema 12

[spoiler title=’Assunto Abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Termodinâmica[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Inicialmente, a energia cinética média das partículas é proporcional à temperatura, como descrito no enunciado.

$$E_c\varpropto T$$

$$E_c=cT$$

Onde $$c$$ é uma constante de proporcionalidade. Desse modo, a velocidade quadrática média é

$$\dfrac{mv^2}{2}=cT$$

$$v=\sqrt{\dfrac{2cT}{m}}$$

Portanto, a velocidade depende da massa da seguinte forma,

$$v\varpropto\dfrac{1}{\sqrt{{m}}}$$

Desse modo, comparando as velocidades do $$H_2$$ e $$N_2$$:

$$\dfrac{v_{H_2}}{v_{N_2}}=\dfrac{\frac{1}{\sqrt{{m_{H_2}}}}}{\frac{1}{\sqrt{{m_{N_2}}}}}$$

$$\dfrac{v_{H_2}}{v_{N_2}}=\sqrt{\dfrac{m_{N_2}}{{m_{H_2}}}}$$

Logo, para sabermos a razão entre as velocidades é preciso ter a razão entre as massas de $$H_2$$ e $$N_2$$. Entretanto, não foi dado no enunciado a massa do nitrogênio (tornando a questão passível de anulação), porém, caso o aluno saiba a massa do $$N$$ ($$14$$ UMA), encontra-se

$$\dfrac{v_{H_2}}{v_{N_2}}=\sqrt{\dfrac{2\cdot14}{{2\cdot1}}}$$

$$\dfrac{v_{H_2}}{v_{N_2}}=\sqrt{14}$$

Desse modo, pelo fato da questão não fornecer os dados necessários e não possuir resposta correta, a questão foi Anulada.

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Anulada.

[/spoiler]

Problema 13

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Cinemática[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Para que o barco consiga navegar em uma linha reta perpendicular às margens do rio, é preciso que a componente da sua velocidade seja igual à velocidade da água do rio. Dessa forma:

$$ v_b\cdot \sin{\theta}=v_a$$

$$ 10 \sin{\theta} =5 $$

$$\sin{\theta} =\dfrac{1}{2}$$

$$\boxed{\theta=30^\circ}$$

A velocidade do barco em relação às margens do rio é simplesmente a componente da velocidade perpendicular, ou seja:

$$v_r=v\cos{\theta}$$

$$ \boxed{v_r\approx \,8,7km/h} $$

Portanto Item d).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item d)

[/spoiler]

Problema 14

[spoiler title=’Assunto Abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Dinâmica/energia[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Inicialmente, vamos considerar que a força $$F$$ é paralela ao plano. Desse modo, como a velocidade do bloco é constante, esse está em equilíbrio, ou seja,

$$F=F_{at}+mg\sin{\theta}$$

$$N=mg\cos{\theta}$$

$$F{at}=N\mu$$

$$F=\mu mg\cos{\theta}+mg\sin{\theta}$$

Pela geometria do triangulo retângulo

$$\sin{\theta}=\dfrac{3}{5}=0,6$$      $$\cos{\theta}=\dfrac{4}{5}=0,8$$

Assim,

$$F=\mu mg\cos{\theta}+mg\sin{\theta}$$

$$F=mg(0,8\cdot0,4+0,6)$$

$$F=mg(0,32+0,6)$$

$$F=0,92mg$$

Pela informação da figura $$m=50\,kg$$

$$F=0,92\cdot50\cdot10\,N$$

$$F=460\,N$$

Com isso, sabendo que o deslocamento do bloco é $$50\,m$$, tem-se

$$W=Fd$$

$$W=460\cdot50\,J$$

$$W=23000\,J$$

$$\boxed{W=23\,kJ}$$

Portanto, o gabarito é item c).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

item c)

[/spoiler]

Problema 15

[spoiler title=’Assunto abordado ‘ style=’default’ collapse_link=’true’]Movimento Harmônico Simples (M.H.S.)[/spoiler]

[spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Em um sistema massa-mola, a frequência de oscilações é dado por:

$$ f = \dfrac{1}{2\pi}\sqrt{\dfrac{k}{m}}$$

Perceba que a frequência de oscilações é independente da gravidade. Portanto, na Lua teríamos que $$f’ = f$$. Ou seja:

$$\dfrac{f}{f’} = 1$$

Resposta: item c)

Obs: Em um sistema massa-mola a gravidade é responsável apenas por deslocar a posição de equilíbrio do sistema.

[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item c)

[/spoiler]

Problema 16

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Dinâmica

[/spoiler]

[spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Para resolver essa questão vamos utilizar de princípios da mecânica sobre colisões. Durante uma colisão, a quantidade de movimento do sistema é conservada. Sendo assim, teríamos que, vetorialmente:

$$\Delta \vec{p}_c + \Delta \vec{p}_m = 0$$

Logo, para os módulos:

$$\Delta p_c = \Delta p_m$$

As forças durante uma colisão se caracterizam como um par de ação-reação, de acordo com a 3° lei de Newton. Sendo assim, para os módulos:

$$F_c = F_m$$

Resposta: item e)

[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item e)

[/spoiler]

Problema 17

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Óptica geométrica

[/spoiler]

[spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Essa questão pode ser feita utilizando princípios de construção geométrica e propriedades de lentes, que são:

– Raios de luz que passam pelo eixo principal da lente não sofrem desvios angulares, ou sejam, eles “passam direto” pela lente;

– Raios paralelos se encontram sobre o mesmo ponto do eixo focal (eixo perpendicular ao eixo principal da lente e que passa pelo foco).

Sendo assim, vamos utilizar essas propriedades para determinar o foco. Vamos analisar um raio paralelo àquele dado no problema. Esse raio é representado pela cor vermelha. Veja a figura abaixo:

Utilizando da segunda propriedade, podemos concluir que o foco fica na posição III

Resposta: item c)

[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item c)

[/spoiler]

Problema 18

[spoiler title=’Assunto Abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Gravitação[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Inicialmente, analisaremos todas as afirmações:

I. Na direção radial, a única força que atua no satélite é a força gravitacional centrípeta.

(Verdadeira) A alternativa está verdadeira, pois de fato a única força que atua no satélite é a força gravitacional, que, além disso, age como uma resultante centrípeta mantendo a órbita circular.

II. Na direção radial, além da força gravitacional centrípeta também atua uma força centrífuga.

(Falsa) A força centrifuga é uma força fictícia que atua apenas no referencial não inercial que roda junto ao satélite, no referencial da terra essa força não é aplicada.

III. É necessário um motor para sustentar o movimento do satélite na direção tangencial.

(Falsa) Não é necessário nenhum motor para manter o satélite em órbita, esse apenas precisa da velocidade ideal para permanecer na órbita circular.

Assim, a resposta é item a).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

item a)

[/spoiler]

Problema 19

[spoiler title=’Assunto Abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Trabalho/energia[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Utilizando o teorema da energia cinética

$$W_{total}=\Delta E_c$$

Como o bloco parte do repouso e atinge o repouso após o deslocamento

$$\Delta E_c=0$$

Desse modo,

$$W_{total}=W_1+W_2=0$$

$$W_1=-W_2$$

$$|W_1|=|W_2|$$

Ambos devem ser diferentes de $$0$$, pois a frase “em sentidos opostos” e a direção das setas nas figuras dão a entender que o sentido de cada força não varia, o que impede do módulo dos trabalhos serem nulos.

$$\boxed{|W_1|=|W_2|\neq0}$$

Assim, a resposta é item a).

[/spoiler][spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

item a)

[/spoiler]

Problema 20

[spoiler title=’Assunto abordado’ style=’default’ collapse_link=’true’]Óptica geométrica[/spoiler][spoiler title=’Solução’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Para resolver esse problema, precisamos conhecer uma propriedade das lâminas de faces paralelas:

$$n\sin\theta = cte$$

A demonstração disso pode ser obtida utilizando a Lei de Snell e analisando os ângulos do sistema, assim como mostra na seguinte imagem:

Quando a luz vai de um meio menos refringente para um meio mais refringente, pela Lei de Snell, podemos perceber que o raio de luz vai se aproximar da normal. Do mesmo modo, quando a luz vai de um meio mais refringente para um meio menos refringente, o raio de luz se afasta da normal.

Com isso, podemos perceber que o meio 2 é o meio de menor índice de refração do sistema.

Utilizando a propriedade de faces paralelas dita acima, concluímos que $$n_3> n_1 > n_2$$.

Como o vidro possui o maior índice de refração e o ar o menor, a ordem dos índices será: 1 – água; 2 – ar; 3 – vidro. Portanto, item e)

[/spoiler]

[spoiler title=’Gabarito’ style=’default’ collapse_link=’true’]

Item e)

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