Escrito por Wanderson Faustino Patricio
Iniciante
Termodinãmica
Como existe uma diferença de temperatura entre a água e o ar fora do gelo ocorrerá transferência de calor entre esses meios, dado pela lei de Fourier:

Onde
é a espessura do meio onde ocorre a transferência de calor,
é a área do meio e
é a diferença de temperatura (em
).
O calor que é transferido da água para o ambiente externo faz a água se solidificar.
Quando uma massa
de água passa do estado líquido para o sólido libera uma quantidade de calor:

juntando as duas equações, temos:




Para
:



Intermediário
Ótica Física/ diferença de caminho ótico
Inicialmente percebamos que ambos os raios ao saírem estarão em fase.
O raio que reflete no primeiro espelho está em inversão de fase com o raio original. O raio que passa para o segundo espelho e reflete também estará em inversão de fase com o raio original. Portanto, os raios sairão em fase.
Agora basta calcularmos a diferença de caminho entre os dois raios.
Percebemos pela imagem que a diferença de caminho entre os raios é:
.
Seja
a distância entre os espelhos.

Para
:





Como os raios saem em fase a diferença de caminho entre os raios deve ser múltiplo do comprimento de onda. Sejam as distâncias entre os espelhos para dois máximos consecutivos
e
.


Como o espelho de cima tem velocidade constante
:



Avançado
Conservação de energia e resultante centrípeta
Considere que após o objeto descer uma distância
no plano ele possua velocidade em
de módulo
, e em
de módulo
. Como a massa está descendo o plano em direção ao sentido positivo do eixo
, temos que:
e
.
Diferenciando a relação entre os eixos:


Coonservando a energia mecânica no sistema:


Analisando as forças no sistema:
Olhando para a resultante centrípeta das forças:

Temos as seguintes relações:




![R=\dfrac{\left[1+\left(\dfrac{dy}{dx}\right)^2\right]^{\dfrac{3}{2}}}{\left|\dfrac{d^2y}{dx^2}\right|}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_fc97fa5871acf7d483ba205b5c8222e5.gif?ssl=1)
![\rightarrow R=\dfrac{\left[1+\left(-knx^{n-1}\right)^2\right]^{\dfrac{3}{2}}}{\left|-kn(n-1)x^{n-2}\right|}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_797cfbd1dfe97fe82590b00da960474b.gif?ssl=1)
Para o momento de perda de contato a normal é zero:

![g\cdot \dfrac{\left[1+\left(-knx^{n-1}\right)^2\right]^{\dfrac{3}{2}}}{\left|-kn(n-1)x^{n-2}\right|}\cdot \dfrac{1}{\sqrt{1+k^2n^2x^{2n-2}}}= 2g(kx^n)](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_54ef77b6b28750dbc9af22779a46766e.gif?ssl=1)


![\rightarrow x=\left[k^2n(n-2)\right]^{\frac{1}{2-2n}}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_99797018d630e26c10d48872c20b382b.gif?ssl=1)
Voltando para a penúltma equação do item
, vemos que para que ocorra a perda de contato é necessário que:
.
Para que não occorra perda de contato essa equação nunca pode ser válida, inclusive para os valores de
tendendo ao infinito. Logo:
ou 
Como
é “não-negativo”, ele só pode ser:
,
ou
.

![a) x=\left[k^2n(n-2)\right]^{\frac{1}{2-2n}}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_d9568dfac10e0acf7b9c507f3cdeeaf8.gif?ssl=1)



