Escrito por: Mateus Cavassin.
INICIANTE
I – $$NaCl$$ vem da neutralização de $$NaOH$$ com $$HCl$$. Portanto, neutralização total.
II – O ânion $$HSO_4^-$$ no $$NaHSO_4$$ ainda tem um hidrogênio ionizável. Portanto, neutralização parcial do ácido.
III – Note que o ácido $$H_3PO_3$$ só tem dois hidrogênios ionizáveis. Portanto, por mais que haja um hidrogênio na fórmula do sal, esse sal vem de uma neutralização total do ácido pela base $$NaOH$$
IV – Como $$H_2CO_3$$ tem dois hidrogênios ionizáveis, o sal em questão é um sal ácido, pois a espécie $$HCO_3^-$$ ainda tem um hidrogênio ionizável. Assim, a neutralização é parcial.
V – O ânion desse sal, $$HPO_4^{2-}$$ ainda tem um hidrogênio ionizável. Portanto, neutralização parcial.
INTERMEDIÁRIO
Os sais de II a V sofrem hidrólises consideráveis pois vem de ácidos fracos ou são ácidos fortes.
Para espécies anfipróticas o pH pode ser calculado por: $$pH=1/2(pK_1+pK_2)$$, onde $$pK_1$$ é a constante ácida da espécie com um hidrogênio a mais que o ânion em questão e $$pK_1$$ a constante ácida da espécie em questão.
AVANÇADO
Para o composto A ocorre uma hidrogenação no 1-butino gerando o 1-buteno. A redução não é completa pela presença do catalisador de Lindlar.
Para o composto B temos a adição de $$HBr$$ pela regra de Markovnikov gerando o 2-Bromobutano.
Para o composto C temos uma reação de substituição eletrofílica aromática. Como o $$-NH_2$$ tem orientação orto-para, a reação irá gerar orto e para -sec-butilfenilamina.
