Iniciante
A análise dimensional nos permite achar essa área só com alguns simples argumentos, a área tem dimensão de comprimento ao quadrado, logo nossas grandezas devem se combinar tal que a dimensão no final seja a mesma dimensão de área.
Precisamos ter conhecimento que:
![[G]=M^{-1} L^3 T^{-2}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_1c4a58800b72f1da1c53781214ed1723.gif?ssl=1)
![[c]=L^1 T^{-1}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_48df9bba1bf60bd0b9ca6b31b2ba3ae8.gif?ssl=1)
![[m]=M](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_682d7de7b68075220ed905804a65e88f.gif?ssl=1)
Nossa área é do tipo:

Aplicando dimensão nos dois lados:
![[A]=[G^x c^y m^z]=M^{(z-x)} \cdot L^{(3x+y)} \cdot T^{(-2x-y)}=L^2](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_daa615893262ac2a124601253eddc723.gif?ssl=1)
Igualando os termos de M, L e T:








(Proporcional ao quadrado da massa)
Intermediário
A partícula n está do lado da mola n e n+1, esse fato não se aplica aos extremos, o que acarretaria problemas com a nossa solução, mas podemos pensar em algo pra resolver isso. Vamos corrigir esse fato tirando a primeira mola e a mola N da oscilação, se elas ficarem fixas não precisamos nos preocupar com o efeito de suas oscilações no sistema(n vai de 0 até N-1), a numeração da mola vai de 1 até N-1.
A partícula N estar parada implica:

Para qualquer t
e a 0 estar parada:

Para qualquer t
Sabendo que:

(S é a constante da mola , melhor parar não confundir com o k da função horária)
Sendo x a deformação da mola, mas a deformação da mola n é dada por x(n)-x(n-1)
Desse modo temos:
![F=S[x(n-1)-x(n)]-S[x(n)-x(n+1)] = -S[2x(n)-x(n+1)-x(n-1)]](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_44d9254af104d5f8830449c57ab08ea7.gif?ssl=1)
Vamos desenvolver x(n+1)+x(n-1):

![2x(n)-x(n+1)-x(n-1)=2A \cos(wt) \sin(nka)[1-\cos(ka)]=4A\cos(wt) \sin(nka)\sin^2(ka/2)](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_be81057ab634ea2b6f2da52813e25d19.gif?ssl=1)
Mas 
Logo:



Contudo, a mola no começo e no fim deve ficar parada, logo:
(Com p inteiro) (L é o tamanho da cadeia, quase constante)


![w(p)=2(S/m)^{1/2} \sin \left[ \frac{p \pi}{2(N-1)L} \right]](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_d133a0e903e765bc967dfdeb9edd6264.gif?ssl=1)
Avançado
Sabendo que cada possibilidade obedece a estatística de boltzmann individualmente:

Mas
, em que N é o número de partículas no estado e E é a energia de uma partícula nesse estado.
Para achar o número de ocupação médio podemos usar uma média ponderada:
Número médio de partículas 
Chame 1/KT de y
Veja bem, o polinômio:

A derivada de f(E) em relação a y é:

Número médio de partículas no estado de energia 
Podemos expressar f(E) de maneira mais simplificada, já que estamos fazendo uma soma sobre todos os estados (N vai de zero a infinito), teremos uma soma de PG infinita:
![f(E)=1+e^{- E \cdot y}+e^{-2 E \cdot y} +e^{-3 E \cdot y}+..... = 1/[1-e^{- E \cdot y}]](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_1d1852ea3b61feb1e709dab0d4557444.gif?ssl=1)
![f?(E)=- E \frac{e^{-E y}}{[1-e^{ E y}]^2}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_2ba8d8dc418af427f620442ffac93a6c.gif?ssl=1)
![-\frac{f?(E)}{f(E)} \cdot \frac{1}{E}=\frac{e^{-E \cdot y}}{[1-e^{ -E \cdot y}]}=n(E)](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_1aac8292da022bcfcb5530f079e471e2.gif?ssl=1)
Chegamos a finalmente:
![p(E n)=\frac{1}{[e^{ \frac{E n}{KT}} -1]}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_b8ae937d5f33d69163f274a024c0f797.gif?ssl=1)
Que é a estatística de Bose-Einstein, essa que diz o número médio de ocupação pra um sistema bosônico. Num caso mais geral teríamos um (E-potencial químico) onde você vê E.

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