Iniciante:
Solução enviada por: Victor Hugo de Souza Daniel
PS:. As aproximações utilizadas estão corretas, contudo não era necessário de se utilizar Taylor, pois a relação obtida é de uso comum.
Intermediário:
Situação Física: quando ondas chegam em fase em um mesmo ponto (ex. ambas chegam em crista), há um máximo, pois a interferência construtiva gerada possui a maior amplitude possível, a soma da máxima de cada uma. Já quando chegam fora de fase (ex. uma em crista e a outra em vale), a interferência é destrutiva, pois é como se uma possuísse amplitude negativa, logo quando as soma, o resultado é inferior ao de uma. Além disso, trabalhamos com dois outros efeitos: a inversão de fase devido a reflexão e a mudança do comprimento óptica devido ao índice de refração do prisma.
Para que as ondas cheguem em fase, a diferença dos caminhos óptico tem de ser, normalmente, um múltiplo de onda. Contudo, como houve inversão devido a reflexão, a diferença tem de corresponder a um não inteiro de um múltiplo de onda, ou seja, a um
, onde
é um inteiro. Para corrigir a mudança no comprimento de onda devido ao prisma, podemos substituir o referido por um espaço que tenha ao invéz de
, um
. Logo temos que o caminho de onda do raio paralelo ao espelho é
. O caminho de onda do segundo raio é dado por
. Temos que:
. Logo 
Para o caso destrutivo, temos que a diferença de caminho óptico deve ser equivalente a
, sendo
um inteiro. Obtemos que
. Deste modo 
Avançado:
Quem não está familiarizado com relatividade talvez não entendido muito bem o problema, uma vez que para tais casos, não utilizamos o conceito “padrão” de massa, e sim a seguinte relação:
, onde
é a energia da partícula,
é seu momento,
sua massa de repouso,
a velocidade da luz e
a energia de repouso. Também sabemos que
, sendo
a força aplicada na partícula e
seu deslocamento. Deste modo fica fácil obter:
, sendo
a energia da partícula resultante e
a soma as energias iniciais de cada uma. Sabemos que todas tem mesma massa de repouso
e inicialmente estavam paradas, logo
.
Assim temos que
, e como o momento resultante após as colisões será zero, pois os
das partículas se anulam,
.
Para obter o tempo, temos de olhar a situação logo antes de a colisão ocorrer, de modo que as partículas ainda têm momento. Sabemos que
, sendo t o tempo. Usando a expressão do item anterior, obtemos que a energia da partícula logo antes da colisão é
para as horizontais e
para as verticais. Com isto obtemos o tempo de cada colisão:
Horizontais –
. Tendo que
obtemos
.
Verticais – Repetimos o mesmo processo com L=2L. Obtemos 
Logo:
, razão que cresce com T. Para
por aproximação do Binômio de Newton
e analogamente
, já para
e 
Por fim, para
obtemos
e
, tendo que
.
É fácil ver que para
, no caso não relativístico
.
E no ultra-relativístico,
temos
.

