INICIANTE
Primeiramente, podemos encontrar o comprimento de onda do pico de emissão (
) pela Lei de Wien:


Agora, utilizamos o Efeito Doppler para encontrar o comprimento de onda percebido. Como a velocidade é muito alta, precisamos utilizar o Efeito Doppler relaivístico:



Assim, a cor percebida é azul, pois o comprimento de onda corresponde ao ultravioleta.
INTERMEDIÁRIO
Primeiramente, precisamos calcular a distância focal da objetiva,
. Ela é formada por duas lentes justapostas, que possuem vergências
e
, logo F é dado por:
, pois a vergência de duas lentes justapostas é a soma das vergências individuais
Agora, precisamos calcular as distâncias focais individuais
e
. Para isso, a utilização da fórmula dos fabricantes de lente é necessária. Logo:


Lembre-se de tomar cuidado com os sinais!
Rearranjando as 3 equações que nos dão
, obtemos:

Pelo estudo de telescópios refratores Keplerianos (aula do Curso Noic), sabemos que o comprimento
desse tipo de telescópio é:
, onde o segundo termo corresponde à distância focal da ocular, que pode ser encontrada à partir do aumento
:
Por definição:

Logo:

AVANÇADO
a)
Os raios que viajam mais perto do corpo gravitacional se dobrarão mais. Assim, obtemos o ponto de convergência mais próximo que será onde os raios tangentes a superície do sol se encontram



b)

Usando o mesmo argumento do item a
para angulos pequenos,

![=\left[\dfrac{(R_{Sol}+h)^2}{2R_{sch}} - \dfrac{R_{Sol}^2}{2R_{sch}} \right] \dfrac {2R_{sch}}{(R_{Sol}+h)}=\dfrac{2R_{Sol}h+h^2}{(R_{Sol}+h)}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_9bf1af6ec1e19ef5123a481e28090df4.gif?ssl=1)

Sendo a intensidade original 
O fluxo no detector na presnça do Sol 
O fluxo no detector na ausencia do Sol 
Portanto a ampliação será

c)

Usando o mesmo argumento do item a
como é nescessário que 

Portanto a distribuição de mass ideal é 




