Escrito por Hugo Menhem
Iniciante
Paralaxe em apontamentos
É possível desenhar o seguinte esquema, transformando as coordenas esféricas em coordenas cartesianas:
Para tal, foi utilizado as seguintes formulas para transformar coordenadas:



Assim, para M.P.,



Substituindo a primeira equação nas duas ultimas,


dividindo uma pela outra,

Pela primeira equação,

Calculando a distância vista por M.P.



assim,

Em conclusão, M.P. verá laser apontado para:
![\boxed{h' =\arcsin \left[ \frac{D\sin h }{\sqrt{D^2 - 2DR \cos h \cos (A-\theta)+ R^2}} \right]}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_174212b973e7d0f60e99ec3019b98e29.gif?ssl=1)
![\boxed{A' =\arctan \left[ \frac{R \sin \theta + D \cos h \sin A}{R \cos \theta + D \cos h \cos A} \right]}](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_29ec364c5c742f977d43933143b4978c.gif?ssl=1)
Além disso, é possível provar que, em coordenadas esféricas centradas em M.T., os pontos referentes à M.P.,
e
formam um circulo máximo.
Intermediário
Lente de foco variável
a) utiliza-se a equação de Gauss para determinar os a posição de formação das imagens. Com a aproximação de que o objeto a ser observado está no infinito, a primeira imagem é formada em:

depois, esta imagem é “observada” pela segunda lente e forma-se uma segunda imagem

pela definição de foco equivalente,

assim,

b) É possível desenhar o seguinte esquema de raios:
Focando neste primeiro triângulo,
percebe-se que

Para achar a escala da placa, em
, utilizando a figura mais ampla, divide-se:

substituindo
aproximando 

É interessante notar que a razão não é igual à
, e isso também não é verdadeiro caso seja definido o a distancia focal equivalente a partir da segunda lente:

Dessa forma, percebe-se que este conjunto óptico necessita de um tubo de telescópico/lente de câmera menor para a mesma escala de placa, o que facilita na portabilidade do instrumento. além disso, este mecanismo é bastante útil, principalmente em uma câmera, pois proporciona um campo de visão que varia linearmente com a distância entre as duas lentes primárias
c) Para observar com o olho a imagem formada pelo telescópio, é necessária uma ocular com distância focal
a uma distância
após o plano focal equivalente do conjunto de lentes primárias. Dessa forma,

fazendo a aproximação de pequenos ângulos,

d) pode ser desenhado um novo esquema de raios,
Por semelhança de triângulos,





É interessante notar que, mesmo com um conjunto óptico distinto, a saída de pupila ainda é
.
Avançado
Determinação de órbita
a) A solução se baseia na equação polar da elipse, que relaciona
com
:

para isso, precisamos de
, que é a anomalia verdadeira do satélite. Esta é medida no plano da órbita, portanto devemos utilizar o seguinte triângulo esférico:
Pela lei dos Cossenos,


substituindo na equação polar,

para linearizar a equação, eleva-se os dois lados por
:

Dessa forma, ao plotar o gráfico
, é possível achar o coeficiente linear e o angular, e chega-se no seguinte conjunto de equações:


assim,


A partir da formula de propagação de erro,



Por sua vez, para achar
e
, utiliza-se os parâmetros da regressão linear


Realizando estes procedimentos,


e portanto


b) Já para achar
, utiliza-se a lei dos quatro elementos:


Tabelando estes valores para cada medição,
para obter um valor aproximado de
, tira-se a média, e seu erro será o erro da média, dado por

A média dos valores é







