Iniciante
Como deve perceber, à medida que
vai tendendo a
, tanto o numerador quanto o denominador vão tendendo a zero. Portanto, precisamos reorganizar a expressão para que possamos tirar essa indeterminação. Poderíamos usar a regra de L’ospital, mas, para simplificar, uma outra forma de fazer isso é:

Intermediário
Para ajudarmos Günter, precisamos derivar a função da topografia. Logo, teremos, pela regra do produto:
![x^2\cdot d[arcsin(x)]+d[x^2]\cdot arcsin(x)](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_9fc583c52a324252698db9d105f03a5b.gif?ssl=1)
Ou seja,

Avançado
Aqui, o problema já requere uma complexidade um pouco maior. Primeiro, podemos achar as medidas do triângulo formado pelo chão, parede e escada, estes dois últimos representados pelos eixos
e
, respectivamente.

Logo, admitindo que a parede, no instante inicial, tem altura
, teremos:

Depois, pelo teorema de Pitágoras, o comprimento da escada, chamado aqui de
– que é constante – é:

Depois, por uma relação entre o
e o
de um círculo, temos:

Ou seja,
nós sabemos, que é
, e
é o que queremos saber: como que a altura varia à medida que a escada cai. Logo, teremos:

(Quando
diminui,
aumenta e vice-versa)

Logo,


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