Escrito por Matheus Felipe R. Borges
Iniciante
Lançamentos
Primeiramente, para facilitar a resolução do problema vamos decompor gravidade em dois eixos, um paralelo à base da caixa (chamado de
) e um perpendicular à base (chamado de
).
Figura 1: Decompondo a gravidade.
Assim nossa análise se reduz á ver se o grilo consegue atingir o limite do eixo
, pois o movimento em
sempre pode ser compensado com a posição do grilo na caixa.
Figura 2: Caso limite.
No caso limite, a velocidade
é a velocidade exata para o grilo sair da caixa, lançado na direção
. Portanto, analisando o movimento em
(usando que o grilo para na direção
assim que atinge o topo da caixa e a equação de Torricelli) temos:

Assim achamos o valor mínimo do ângulo:




Intermediário
Dinâmica/Lançamentos
Existem dois pontos críticos onde a tração da corda muda bruscamente. O primeiro é o quando a corda bate no pino, no ponto mais baixo, pois o raio de curvatura da trajetória da esfera muda quase que instantaneamente de
para
, ou seja, a mudança de tração instantânea é




Onde
é a velocidade no ponto mais baixo, que podemos encontrar pela conservação da energia


Logo

Como dito no enunciado
para que o fio não quebre, como a massa vale
temos

Ou seja,

O segundo ponto crítico ocorre caso a tração na corda se torne nula e a esfera seja lançada, pois quando a esfera colidir com a corda novamente haverá um impulso muito grande em um intervalo de tempo infinitesimal, ou seja, a tração varia bruscamente, o que faria a corda romper. Então para evitar que a corda se rompa, a esfera deve completar o loop, assim devemos calcular os valores de
, onde a esfera completa o loop.
O problema de completar o loop é um problema clássico, onde se sabe que para dar uma volta em um loop de raio
a velocidade deve ser
, então como o raio do loop é
temos


Portanto, para que o fio não quebre precismos que


Avançado
Magnetismo/Lançamentos
Primeiramente encontraremos a coordenada máxima. Nesse caso, a trajetória da partícula é circular porque a força
aplicada pelo campo magnético tem valor constante e sempre é perpendicular à velocidade. Podemos encontrar o raio igualando a força magnética à força centrípeta.


Todos os elétrons se movem em um círculo de mesmo raio e podemos encontrar as diferentes trajetórias dos elétrons lançados com ângulos diferentes apenas rodando esse círculo em torno do ponto
. Um elétron atinge o ponto mais alto, quando a distância dele ao ponto
é máxima, ou seja, o elétron percorre exatamente meio círculo, veja a figura:
Figura 3: y-máximo.
Como a fonte está a uma distância
da tela, podemos encontrar a distância máxima pelo teorema de Pitágoras.


Rodando novamente o círculo em torno do ponto
achamos que a distância mínima ocorre quando o círculo tangencia a tela.
Figura 4: y-mínimo.
Como a distância
é
, podemos novamente encontrar a distância pelo teorema de Pitágoras.


O ponto de máximo brilho, ocorre no
, pois é la que uma pequena variação no angulo não varia a posição que o elétron cai

veja a figura:
Figura 4: Lançamento de muitos elétrons.


Próximo ao máximo.





