Iniciante:
Situação Física: Temos o mesmo que ocorre em qualquer lançamento oblíquo. Há várias formas de tratar este problema, contudo adotarei a que julgo ser de mais fácil entendimento, a por analítica, a qual consiste em determinar as coordenadas
do ponto no qual o projétil se choca com a rampa, obter o tempo, obter a distância em uma das coordenadas e projetar sobre o plano para obter
.
Sabemos que:
e 
Para um ponto qualquer na rampa:

Logo, substituindo com as equações de
e
:

Tendo o tempo, é simples obter a distância em uma das coordenadas:

E sabemos que
é a projeção de umas das coordenadas sobre a rampa, logo:

Intermediário:
Situação Física: este problema é surpreendentemente simples para quem esta familiarizado com
, ou seja, que a velocidade é a primeira derivada da distância no tempo, e que a aceleração se da como
. O problema inteiro consiste em diferenciais e integrais simples, não saindo do foco de estudo para OBF.
Parte A) Temos:

Equivalente a:

E assim:

Sabemos que
e assim chegamos a:

Treine mais e verifique a dimensão! Caso tenha dúvidas sobre, em breve teremos material explicativo!
Parte B) Temos:

(Desmembre
em
)
Chegam0s a:

Caso você não soubesse, lhe foi fornecido que
. Por fim chegamos a:

Vemos que a equação descreve uma distância infinita!
Treine mais e verifique a dimensão! Caso tenha dúvidas sobre, em breve teremos material explicativo!
Avançado:
Situação Física: Um modo mais simples de analisar e resolver tal problema é olhando para a ponta da lente, a qual tem espessura ínfima e sabemos facilmente o ângulo que o raio de luz incidente faz com a parede plana da lente, e lá marcamos os ângulos até obtermos
. Para isso, antes precisamos de saber o valor do índice de refração desta lente. Um modo de obtê-lo é colocando que como os raios de luz saem em fase, eles percorrem o mesmo caminho óptico.
Para o índice de refração
, igualamos os caminhos ópticos:

Na ponta da lente aplicamos a Lei de Snell:

Sabendo que
, temos que
.
Analisando (detalhada no fim) os ângulos sabendo que os raios saem paralelos, e aplicando a Lei de Snell:

Dividindo tudo por
chegamos a:

Caso esteja com dificuldades para obter os ângulos citados, observe abaixo:
Figura 01: Zoom no vértice da lente e raio de luz
A figura acima mostra os ângulos que tratamos. Olhando para um ponto muito próximo ao vértice podemos tratar a superfície côncava como uma reta de inclinação igual a do vértice (
). Traçamos então o raio de luz e olhamos os ângulos que este faz com as linhas perpendiculares a cada superfície, lembrando que este sai paralelo a horizontal.

