Iniciante:
Situação Física: O tempo de queda de um objeto lançado verticalmente para cima depende exclusivamente da altura máxima que este chega e da aceleração (para baixo) conferida ao mesmo (isto desconsiderando efeitos como resistência do ar), havendo inclusive a clássica relação:
, considerando que na queda a velocidade inicial é nula, pois há a inversão do movimento. E sabendo que há simetria o movimento, sabemos que o tempo de queda equivale ao de subida. Temos, pela conservação da energia, que a altura máxima atingida pelo corpo se relaciona com a velocidade inicial deste. E para que o requerido no desafio ocorra, deve-se jogar a bola tal que ela alcance exatamente a altura
, tendo o menor tempo de queda, como visto na eq. já citada
Resolução: Conservando a energia:

Nos levando a:

Intermediário:
Situação Física: Neste caso, não podemos conservar a energia total pois perdemos a energia potência da mola que é removida. Contudo o restante da energia é conservada e podemos obter nossos resultados usando deste fato.
Resolução: Energia inicial (lembrando que inicialmente as duas molas são deformadas e
):

Energia na mola da direita em
energia perdida:

Energia final:

E sabemos que, sendo
a nova amplitude:

Por fim:


Mas, se energia foi retirada do sistema, como pode a nova oscilação ser maior? Bem simples! Há somente uma mola atuando na massa agora, de modo que se move a bolinha com menos esforço, ou seja, menos energia.
Avançado:
Situação Física: Tendo a condutividade da água, podemos trata-la como um fio infinito de raio
. Tendo um fio infinito é bem simples obter o campo gerado por este a uma distância
, traçando uma Gaussiana, devido a simetria cilíndrica. Logo nos resta obter a relação entre campo e densidade de corrente.
Resolução: Tendo a condutividade do fio (de água) podemos estabelecer sua resistência usando:

Onde
é o comprimento e
a área transversal do fio. Também sabemos que:

Sendo
o potencial. Porém temos que a relação do potencia com o campo se da como:

E para a densidade de corrente (
):

E, para obter o campo gerado pelo fio (inicial, não o de água) utilizamos a equação:

Sendo
dada pela carga neste fio, dada por:

Lembrando que a área referia é a de um cilindro, chegamos a:

Por fim, chegamos a:


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