Iniciante:
Situação Física: Devemos lembrar das dependências do período da cada sistema. Para o “massa-mola”, a dependência se da somente em relação a constante elástica da mesma e a massa, sendo que a gravidade somente afetaria no ponto de equilíbrio (caso fosse posto na vertical). Já para o pêndulo, o período depende do comprimento do fio e da gravidade. Mesmo que você não soubesse a dependência exata, poderia somente ver as forças externas que atuam e cada sistema (no primeiro caso a restituição da mola e no segundo peso). Como uma simples análise dimensional podemos saber como se da tal dependência.
Resolução: Como já percebemos, para o sistema “massa-mola” não há dependência da gravidade, logo o período não muda. Para o pêndulo, temos:
![T = [g]^\alpha [l]^\beta](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_291a0dc7b862e7678da30c943eedaadc.gif?ssl=1)
Sendo
o período,
a gravidade e
o comprimento do fio. Colocando a dimensão de cada:
![s^1 m^0 = [m]^\alpha [s]^{-2\alpha} [m]^\beta](https://i0.wp.com/noic.com.br/wp-content/plugins/latex/cache/tex_7549f1002869d732fcad6fc16c7c939b.gif?ssl=1)
Obtemos assim:
e 
E assim vemos que o período depende do inverso da raiz da velocidade. E assim tempos:
segundos
Para mais sobre análise dimensional, dê uma olhadinha na Ideia 4
Intermediário:
Situação Física: A primeira lente gerará uma imagem do objeto, a qual servirá de objeto para a segunda lente. Juntando as equações, obtemos uma relação entre a posição da segunda imagem e a do objeto.
Resolução: Temos, para a primeira imagem:
(I) – 
Onde
é a distância do objeto a lente e
da imagem a lente. Agora para a segunda lente, a imagem está a uma distância
desta, logo:
(II) – 
Sendo
a posição da imagem final. Pela equação (I), obtemos
:

Substituindo em (II):

Assim temos:

Isolando o
, podemos ver que os temos dependentes de
somem quando:

Também é possível resolver derivando a função em
e dizendo que o resultado é
(pois não há variação devido a
).
Avançado:
Situação Física: Devido a um equilíbrio entre a resultante centrípeta e a força gravitacional, a partícula possui órbita de um certo raio
. Equilibrando as forças, sabendo que a força gravitacional corresponde a derivada em
do potencial , encontramos tal raio. Para a oscilação, podemos usar coordenadas polares, porém um modo menos trabalhoso é usar que a frequência corresponde a raiz da derivada segunda do potencial efetivo dividida pela massa.
Resolução:
a) Para a força:

Temos também:

E assim obtemos:

B) Sabemos que a frequência de oscilação se da por:

Onde
(potencial efetivo em
) se da por:

Peguemos a segunda derivada do potencial:


Os
correspondem nesse caso a
. Substituindo (para deixar bonito) temos:

E, por fim:

Podemos substituir
novamente, mas assim se torna mais prático de trabalhar.

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