INICIANTE
a) +1 e +3
b) O íon +1 corresponde à perda do elétron , enquanto o estado +3 corresponde à perda dos elétrons e . Se dois elétrons fossem removidos, permaneceria um subnível parcialmente preenchido, o que interferiria nas ligações químicas e, portanto, não seria energeticamente favorável.
c) Ao descer nas famílias da tabela periódica, a ionização do elétron ocorre a partir de valores mais altos de n, que (geralmente) estão mais distantes do núcleo.
INTERMEDIÁRIO
d) O subnível 3d é preenchido imediatamente antes do Ga. Não existe um subnível 2d para ser preenchido antes do Al. Os 10 prótons adicionados não são completamente blindados pelos 10 elétrons d, resultando em uma maior carga nuclear efetiva e em um raio menor do que o esperado para o Ga, o que leva a uma energia de ionização maior do que a prevista. Para o Tl, o subnível recém-adicionado é o 4f, e um efeito semelhante é observado.
e) Ao descer uma coluna, os elétrons s tornam-se mais penetrantes, ficam mais fortemente ligados ao núcleo e, portanto, tornam-se mais difíceis de remover. Isso é frequentemente chamado de “efeito do par inerte.
f) BCl3, já que todos têm a mesma carga, mas o B3+ tem menor raio, com maior poder polarizante. Polarizando com maior facilidade a nuvem eletrônica do Cl–.
g) Em uma reação ácido–base de Lewis, a base de Lewis doa um par de elétrons ao ácido de Lewis, formando uma nova ligação. Exemplo:
h) O BH₃ é extremamente deficiente em elétrons, para aumentar sua estabilidade, duas moléculas se unem formando B₂H₆, com ligações tricentradas:

O Al é maior e mais polarizável, permitindo formação de estruturas poliméricas em AlH₃ sem necessidade do mesmo tipo intenso de deficiência eletrônica observado no boro.

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