Autor: Davi Maricato
INICIANTE
A) As reações de combustão para o metano e para o octano são:
Visto que 1 mol de CH4 produz 1 mol de CO2, temos que:
Visto que 1 mol de C8H18 produz 8 mol de CO2, temos que:
B) Para saber quantos mols de CO2 cada combustível libera, tomamos o inverso das relações utilizadas no item A, de modo que a unidade de medida fique mol CO2/kJ:
Para o metano:
Para o octano:
Como:
Temos que o octano produz mais CO2 por quilojoule gerado.
INTERMEDIÁRIO
Para justificar qualitativamente, vamos analisar cada etapa do diagrama separadamente:
E1: A passagem do Na(s) para Na(g) (sublimação do sódio) requer que energia seja fornecida para romper as interações do sólido. Logo, é um processo endotérmico.
E2: A dissociação do Cl2 requer que energia seja fornecida para romper a ligação Cl-Cl. Logo, é uma etapa endotérmica.
E3: A ionização do átomo de sódio gasoso requer energia para retirar um de seus elétrons. Logo, é um processo endotérmico.
E4: O cloro gasoso recebe um elétron, adquire carga negativa e completa sua valência. Nesse processo, ele libera energia, configurando uma etapa exotérmica.
E5: Os íons gasosos de sódio e cloro se atraem e formam o composto iônico NaCl(s), liberando energia. Portanto, é uma etapa exotérmica.
E6: A formação de NaCl(s) a partir dos elementos representados é globalmente exotérmica, apesar de requerer energia para quebrar algumas ligações.
AVANÇADO
A) Primeiro, vamos calcular qual seria a dose mínima de anestésico que o paciente precisaria manter durante toda a operação, caso não houvesse decaimento. Visto que sua massa (m) é de 50kg, temos que a dose necessária é:
Podemos utilizar a relação de decaimento para descobrir a concentração inicial necessária de anestésico para a intervenção cirúrgica, dado que é uma cinética de primeira ordem (o anestésico desaparece de forma proporcional à sua concentração).
Sabemos que a constante k = 0,20%/min = 0,0020/min, que o tempo é igual a 2,5 h (150 minutos), que df é a dose ao final do processo (que precisa ser igual a, pelo menos, 500 mg) e que d0 é a dose que é injetada no paciente no início do processo. Dessa forma:
Ou seja, deve ser administrado aproximadamente 675 mg de anestésico no início da intervenção.
B) Para podermos utilizar a mesma relação de decaimento apresentada no item A, precisamos primeiro saber qual o valor da constante de decaimento (k) quando a temperatura é elevada a 40oC. Vamos chamar a constante de decaimento a 36oC de k1 e a constante de decaimento a 40oC de k2.
Agora, podemos utilizar a equação de Arrhenius para descobrir o valor de k2, dado que Ea = 64,5 kJ/mol = 64500 J/mol, que T1 = 309 K , que T2 = 313 K e que k1 = 0,002/min:
Agora podemos aplicar a mesma relação do item A, com os dados agora obtidos:
Portanto, a dose de anestésico que deve ser administrada a uma temperatura de 40oC é aproximadamente 760 mg.

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